DICAS DE TERROR

Em 2016 a Komodo Imagine Motions usará o tradicional suspense do gênero para anunciar uma “aterrorizante” surpresa que irá arrancar gritos e sustos nas telonas.

Fique então com uma lista de 15 filmes de terror que marcaram a sétima arte! Prepare-se para morrer (de medo).

Medo, nojo, choque, descrença. Se tem um gênero que mexe com as pessoas, é o terror. As imagens impressionam o espectador e ficam na memória, voltando à mente no momento em que a cabeça repousa no travesseiro, na escuridão do quarto. Ou então enaltecem fobias, criam monstros e, em algum momento, dão risada de si mesmos.

A diversidade desta rica e longeva categoria do cinema se estende através das décadas e gera diversas listas dos melhores. Mas afinal, o que torna um filme de terror bom? Para elaborar a nossa própria seleção, levamos em consideração o ineditismo, o grau de perversão e, obviamente, a diversão proporcionada. Bons sustos!

 

Psicose (1960)

A obra-prima de Alfred Hitchcock trata a psicose com primor em cenas que brincam e instigam o raciocínio investigativo do espectador. Enquanto a cenografia e a sonoplastia contribuem para o clima de terror, o resto trabalha no suspense que prendem até o fim do filme.

 

O Exorcista (1973)

Lançado em 1973, O Exorcista chocou plateias do mundo todo pela subversão dos dogmas da igreja católica ao longo de pouco mais de duas horas – tudo a partir da história de uma possessão infantil. Mas os elementos que contribuem para esse ser um dos grandes filmes de terror não se limitam às cenas provocativas: o longa também é cercado de lendas, incluindo morte de atores e lesões reais no set de filmagem.

 

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

É de se imaginar que pessoas que tiveram a oportunidade de assistir aO Massacre da Serra Elétrica em sua estreia, em 1974, geraram fortunas para psicólogos e analistas, como forma de se recuperarem do impacto causado por Leatherface e a família mais desajustada do Texas. Mas fuja do remake, de 2003, como se fosse um hippie fugindo de um gancho de açougueiro.

 

A Profecia (1976)

Quando o remake de A Profecia foi lançado, a pré-estreia mundial aconteceu em seis de junho de 2006 – 6/6/6. Nada mais adequado. A versão mais recente, contudo, não consegue replicar o clima soturno provocado em 1976 por Damien, o herdeiro do demônio que provavelmente fez muitos pais à época repensarem a ideia de terem filhos. Assustador até os dias de hoje.
O Iluminado (1980)

O clássico de Stanley Kubrick causa medo em muita gente pela temática espiritual e psicológica com direito a aparições assustadoras, clima sombrio e uma atuação arrepiantemente impressionante de Jack Nicholson no papel de um escritor alcoólatra em recuperação. Para completar, o longa é baseado na obra homônima escrita pelo mestre do terror, Stephen King.

 

Poltergeist (1982)

Um verdadeiro clássico que recentemente ganhou um remake. Ao envolver fenômenos elétricos e eletrônicos com fantasmas e demônios, deixou uma geração inteira tremendo com o menor barulho da estática das TVs.

 

A Hora do Pesadelo (1984)

Além de criar um dos personagens mais marcantes da cultura pop, Freddy Krueger, trouxe um conceito diferente: nem nos sonhos você está a salvo. A ironia do antagonista, além das mortes grotescas, coroam o clássico. Uma obra-prima do mestre Wes Kraven, que nos deixou em 2015.

 

A Volta dos Mortos-Vivos (1985)

Trocadilhos à parte, zumbis ganharam vida mais uma vez em tempos recentes – de The Walking Dead a Guerra Mundial Z, os mortos-vivos se tornaram estrelas das telas. Mas o charme de A Volta dos Mortos Vivos ainda segue imbatível. Cérebros!

 

Brinquedo Assassino (1988)

Bonecos, coisa de criança? Chucky é a encarnação do mal na pele – ou no plástico – do brinquedo que assassina das maneiras mais criativas as pessoas ao redor. A franquia deu origem a 6 títulos de qualidade questionável – entre os quais as quase-comédias A Noiva de Chucky e O Filho de Chucky – mas o primeiro Boneco Assassino, é um clássico absoluto.

 

Ringu – O Chamado (1998)

Com menos efeitos especiais que o remake americano, a versão original japonesa de O Chamado preza pelo medo realista. O filho da personagem principal, por exemplo, deixa o dom da clarividência evidente ao conversar com os mortos, enquanto o enredo caracteriza o espírito de Sadako como uma entidade maligna e não uma alma penalizada, como a de Samara no filme dos EUA. Já dá para imaginar o resultado…

 

A Bruxa de Blair (1999)

Muitos consideram um filme ruim, mas vale lembrar que é um dos primeiros sucessos de found footage – quando a câmera dita a perspectiva do protagonista. O marketing, no início da popularização da internet, também foi genial: além de espalhar o boato que as imagens eram reais, os produtores conseguiram levantar a dúvida que persiste até hoje: afinal, a bruxa de Blair é real?

 

Sinais (2002)

Os ETs só aparecem no final, mas a atmosfera de ser vigiado por seres de outro planeta gera uma tensão digna de gritar “Mel Gibson, faça o que quiser, mas não entre nesse milharal no meio da noite”. O título do filme também faz referências a como o destino age de uma forma orquestrada – quer você acredite ou não.

 

Jogos Mortais (2004)

Uma das franquias de terror de maior sucesso dos últimos anos, Jogos Mortais ganhou mais seis filmes sobre a história de um serial killer que nada mais quer do que corrigir a índole das pessoas. No primeiro longa, a história se passa em um banheiro no qual dois homens se submetem a sequências de automutilação que combinam boas cenas de violência e terror psicológico. Prepare-se para ouvir muitos gritos de dor e desespero.

 

Deixe Ela Entrar (2008)

O amor e a infância podem ser tão belos quanto assustadores – especialmente quando há vampiros envolvidos. Nada no terror sueco Deixe Ela Entrar é gratuito. Encontrar significado na violência da produção é um exercício compensador – sutileza que fica marginalizada na versão americana do filme, lançada em 2010 e mais palatável para grandes audiências.

 

Invocação do Mal (2013)

Acompanha o primeiro grande caso do casal Warren – dois famosos caçadores paranormais norte-americanos. O título recuperou o antigo gênero de casa mal-assombrada, com um ritmo de filme que deixa o espectador grudado no sofá para, em seguida, tomar um susto digno de jogar a pipoca longe.

 

EM BREVE, NOVIDADES!