UMA GRATA SURPRESA

UMA GRATA SURPRESA!

 

BELEZAS OCULTAS DE FLORIANÓPOLIS

O diretor da Komodo Claudiomar Vill, juntamente com a sua esposa esteve presente ao Lançamento do livro “Belezas Ocultas de Florianópolis” e pôde conferir IN LOCO a força do trabalho de artistas Catarinenses.

A fauna, a flora e as paisagens naturais de Florianópolis já foram mostradas diversas vezes em filmes, livros e revistas, mas sempre há um observador atento que consegue explorar o tema sob um novo olhar. Este foi o desafio encarado pelo fotógrafo Danísio Silva e o jornalista Paulo Clóvis Schmitz no livro “Belezas Ocultas de Florianópolis”, que foi lançado na quinta-feira (28), no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC), na Capital.

Patrocinada pela Secretaria de Cultura de Florianópolis e Fundação Franklin Cascaes, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, a obra reúne fotografias e textos sobre as unidades de conservação existentes no município, como os parques da Lagoa do Peri, da Galheta, da Lagoinha do Leste e do Maciço do Morro da Cruz – este, em fase de implantação.

No livro, com 128 páginas, as imagens extrapolam o mero registro das paisagens para exibir particularidades que impressionam pelas minúcias, em folhas, flores, ramos, cipós e nas pequenas belezas que um mangue, por exemplo, pode esconder. São detalhes que passam despercebidos por um visitante mais distraído, porém não escapam às lentes do fotógrafo Danísio Silva.

Entre as cenas registradas estão o relevo de contrastes das dunas da Joaquina no amanhecer, a vegetação rarefeita que cresce em superfícies arenosas, cachoeiras escondidas no meio da mata, esculturas naturais de pedra, o acasalamento de pequenos animais e muitas texturas presentes em galhos, troncos e no solo, ocultas entre tantos elementos naturais.

Com texto de Paulo Clóvis Schmitz, o livro vai além do documental transformando a natureza em arte. As lentes de Danísio Silva também revelam imagens de barqueiros ou do homem que mantém seu alambique no Sertão do Peri. É uma viagem que o leitor poderá fazer sem precisar tomar os caminhos – quase sempre inóspitos – que levam às maravilhas ocultas da Ilha. “Do caos também se tira a beleza”, diz Danísio Silva.

“Belezas Ocultas é uma viagem, e como toda viagem um encontro entre dois mundos: o que constitui o nosso horizonte externo, que avança rumo ao infinito a partir da nossa epiderme e nossas retinas; e o nosso horizonte interno, mundo onde a imaginação criativa constrói permanentemente nossa visão”. Mauro Manoel da Costa, FILÓSOFO

 

Fotos: Sérgio Vignis